Una lectura conductista radical de las disidencias sexuales: entre ciencia y política
Entre ciencia y política
DOI:
https://doi.org/10.31505/rbtcc.v28i1.2267Palabras clave:
análisis de la conduta, sexualidad, género, políticaResumen
La sexualidad humana ha sido históricamente regulada por instituciones que moldean la conducta mediante coerción y valores compartidos. Desde tesis conductistas radicales, sostenemos que, aunque el Análisis de la Conducta se haya vinculado a prácticas discriminatorias contra minorías de género y sexualidad, su antimentalismo y contextualismo pueden fundamentar una praxis políticamente comprometida con poblaciones disidentes. Buscamos, además, aportar a una psicología social conductista radical al examinar los valores que atraviesan la producción científica y su potencial contracultural. Para ello, (1) criticamos el esencialismo en género y sexualidad, (2) revisamos tecnologías conductuales y sus efectos, (3) sintetizamos la dimensión societal de estas categorías y (4) proponemos una comprensión multidimensional de las orientaciones sexuales. Sostenemos que este recorrido evita reduccionismos individualizantes y sitúa género y sexualidad como posiciones relacionales dentro de la cisheteronormatividad, favoreciendo la resistencia como fenómeno construido colectivamente.
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