O modelo da equivalência de estímulos na análise de distúrbios de ansiedade: os efeitos da história experimental e da qualidade de estímulos em sujeitos ansiosos e não-ansiosos

Autores/as

  • Sônia Maria M. Neves Autor/a
  • Luc Vandenberghe Autor/a
  • Lúcia H. R. Oliveira Autor/a
  • André V. Silva Autor/a
  • Kellen C. F. de Oliveira Autor/a
  • Juliana Di S. Oliveira Autor/a
  • Divina P. dos Santos Autor/a
  • Maria Cristiane S. Villane Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.31505/rbtcc.v1i1.271

Palabras clave:

Equivalência de estímulos, Distúrbios de ansiedade, História experimental, Stimuli equivalence, Anxiety disorders, Experimental history

Resumen

Oito sujeitos, quatro ansiosos e quatro não-ansiosos (escolha livre), poderiam no pré-teste formar relações homogêneas (compostas somente por estímulos ameaçadores ou somente estímulos nãoameaçadores) e relações mistas (compostas por estímulos ameaçadores e por estímulos não-ameaçadores). Para oito outros sujeitos, quatro ansiosos e quatro não-ansiosos (escolha forçada), só era possível formar relações mistas. Após treino de relações mistas, no grupo de escolha livre, os nãoansiosos, formaram tanto relações mistas, quanto homogêneas. Porém, os sujeitos ansiosos, formaram somente relações homogêneas. O desempenho de todos os sujeitos do grupo de escolha forçada não demonstrou preferência em formar qualquer um dos tipos de relações. Esses dados sugerem que a dificuldade dos sujeitos ansiosos em formar relações mistas se deve a uma preexistência de classes ameaçadoras e não-ameaçadoras. Um contexto anterior de escolhas forçadamente mistas interfere no desempenho dos sujeitos ansiosos e não-ansiosos.

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Publicado

1999-02-01

Número

Sección

Pesquisas originais

Cómo citar

O modelo da equivalência de estímulos na análise de distúrbios de ansiedade: os efeitos da história experimental e da qualidade de estímulos em sujeitos ansiosos e não-ansiosos. (1999). Revista Brasileña de Terapia Comportamental y Cognitiva, 1(1), 57-66. https://doi.org/10.31505/rbtcc.v1i1.271